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SUMMARY:O Nome das Coisas 🇧🇷
DESCRIPTION:Conversa com Diógenes Moura\, Noemi Jaffe e José Manuel Diogo – Mediação de Joca Reiners Terron \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nEm diálogo com a exposição “Ali onde as palavras são os nomes das coisas”\, e curadoria de Diógenes Moura\, conversaremos sobre a relação entre imagem e palavra\, movimentando diálogos\, tensões\, precipitações e ressonâncias. A mostra tem como ponto de partida o projeto “200 anos\, 200 livros”\, uma iniciativa que lançou-se ao desafio de elaborar uma lista com os títulos mais importantes para entender o país. \n\n\n\nNos trânsitos entre a literatura\, a fotografia/imagem e outras linguagens\, buscaremos refletir sobre a experiência Brasil\, não com a ilusão de chegar a respostas definitivas\, mas tentando imaginá-lo de outras formas e vislumbrar as transformações diante dos abismos abertos ao nosso redor.   \n\n\n\nDiógenes Moura é escritor\, curador de fotografia\, roteirista e editor. Nasceu\, em Recife\, Pernambuco. Morou durante 17 anos em Salvador\, Bahia. Semifinalista do Prêmio Oceanos em 2022\, com o romance Vazão 10.8 – A Última Gota de Morfina e em 2019\, com O Livro dos Monólogos – Recuperação para ouvir objetos\, ambos publicados pela Vento Leste Editora. Também recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte)\, em 2022\, pela pesquisa e curadoria da exposição Terra em Transe\, especialmente concebida para o SOLAR FotoFestival 2018\, depois realizada no Museu Afro Brasil (2021/2022).  \n\n\n\nNoemi Jaffe é escritora\, professora de literatura e de escrita e crítica literária. Doutorou-se em Literatura Brasileira pela USP. Publicou “O que os cegos estão sonhando” (Ed.34-2012)\, “A verdadeira história do alfabeto” (Companhia das Letras – 2012)\, vencedor do Prêmio Brasília de Literatura em 2014\, “Irisz: as orquídeas”(Companhia das Letras – 2015)\, “Não está mais aqui quem falou”(Companhia das Letras – 2017)\, “O que ela sussurra”\, “Lili: Novela de um luto” (Companhia das Letras – 2021)\, “Escrita em movimento: sete princípios do fazer literário” (Companhia das Letras – 2023)\, entre outros. Desde 2016\, mantém o Centro Cultural Literário Escrevedeira\, em parceria com Luciana Gerbovic e João Bandeira.José Manuel Diogo é escritor\, jornalista\, professor\, consultor internacional e produtor cultural português. Nasceu em Coimbra\, Portugal\, e divide sua vida entre Lisboa e São Paulo. Ao longo de sua trajetória\, destacou-se como um dos principais promotores da cultura de língua portuguesa\, com projetos inovadores que conectam países lusófonos em iniciativas literárias\, culturais e empresariais. Publicou diversas obras de destaque\, incluindo a biografia “I Me”\, sobre Steve Jobs\, e o best-seller “As Grandes Agências Secretas”\, que explora o funcionamento das principais agências de inteligência do mundo. É colunista da Folha de S. Paulo\, Jornal Económico\, Diário de Coimbra\, e O País. Atualmente\, José Manuel é professor de Marketing e Comunicação Comparada no IDP\, em Brasília\, onde desenvolve conteúdos que exploram as interseções entre Brasil e Portugal nas áreas de mídia e comunicação. Foi um dos criadores do FOLIO – Festival Literário Internacional de Óbidos\, um dos maiores festivais literários de Portugal\, além de ter sido organizador e curador do 1º Festival Literário Internacional da Paraíba (FLIPARAÍBA)\, que aconteceu recentemente em João Pessoa\, reunindo escritores da África\, Brasil e Portugal. Com o tema central “10 Ideias para um Futuro Descolonizado”\, o festival explorou os 500 anos de Luís de Camões como ponto de partida para reflexões sobre reparação e descolonização cultural.  \n\n\n\nJoca Reiners Terron (Cuiabá\, 1968) fundou a editora Ciência do Acidente\, pela qual publicou seu primeiro livro de poemas\, Eletroencefalodrama (1998). A editora também lançou seu romance de estreia\, Não Há Nada Lá (2001\, reeditado pela Companhia das Letras em 2011)\, e seu segundo livro de poemas\, Animal Anônimo (2002). Publicou os contos de Hotel Hell (Livros do Mal\, 2003)\, Curva de Rio Sujo (Planeta\, 2003; publicado em Portugal pela ASA editores\, 2005)\, e Sonho Interrompido por Guilhotina (Casa da Palavra\, 2006)\, além de Guia de Ruas sem Saída\, novela gráfica ilustrada por André Ducci (Edith\, 2012). Recebeu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional pelo romance Do Fundo do Poço se Vê a Lua (Companhia das Letras\, 2010; publicado em Portugal pela Teorema\, 2016). Publicou A Tristeza Extraordinária do Leopardo-das-Neves (Companhia das Letras\, 2013)\, Noite Dentro da Noite (Companhia das Letras\, 2017) e A Morte e o Meteoro (Todavia\, 2019). Seu último romance é O Riso dos Ratos (Todavia\, 2021).
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