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SUMMARY:Quotas raciais devem se estender para outras áreas além do ensino?
DESCRIPTION:Conta com as participações de: \n\n\n\nEliana Alves Cruz é escritora e jornalista. Na área da literatura\, ela é autora de três romances: Água de barrela\, O crime do cais do Valongo e Nada digo de ti\, que em ti não veja. \n\n\n\nJeferson Tenório é doutor em teoria literária pela PUC-RS. Foi colunista do jornal Zero Hora e Uol/Folha de São Paulo. Foi professor visitante de literatura na Brown University\, EUA. É autor de Estela sem Deus e O avesso da pele\, que venceu o prêmio Jabuti e teve seus direitos vendidos para Portugal\, Itália\, Inglaterra\, Canadá\, França\, México\, Eslováquia\, Suécia\, China\, Bélgica e Estados Unidos. \n\n\n\nPriscila Camazano é repórter na Folha de S. Paulo. Já trabalhou na revista São Paulo\, Guia Folha\, mídias sociais\, Cotidiano\, Política e TV Folha.
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SUMMARY:Pelas Mesmas Palavras
DESCRIPTION:trailer \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nFicha técnica \n\n\n\nDuração: 45 minutosGénero: DocumentárioPaís: PortugalAno: 2023Produtora: COLLAB PRODDiretor de Produção: Luís GanitoDireção do Projeto: APBRARealizador: Duarte ForteDiretor de Fotografia: João SantanaCamera e Som: João Santana\, Duarte Forte\, Luis Ganito\, João Matos\, DuarteLapa e Henrique AfonsoEdição e Cor: João Santana e Duarte ForteSecretariado: Daniela LimaCuradoria: Andre Augustus Diasz\, Carlos Moura Carvalho\, Célia Sousa\, José Manuel Diogo\, Luiza Romão\, Rafael Nascimento \n\n\n\n\n\n\n\norganização \n\n\n\n\n\n\n\nlocal
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SUMMARY:Dicções de uma escrita feminista
DESCRIPTION:Gente de cá e de lá ®   \n\n\n\nAs relações entre literatura e gênero a partir da obra de três escritoras contemporâneas de língua portuguesa. \n\n\n\nRuth Simões Ribeiro (Portugal)\, Raquel Lima (Portugal/Angola) e Luiza Romão (Brasil). Quais vozes foram interditadas na história oficial da literatura? Pode a dicção poética rever esses despojos e propor caminhos para uma cidadania da língua? \n\n\n\nModeração de Simone Paulino \n\n\n\n\n\ndata
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SUMMARY:real-imaginário
DESCRIPTION:REPORTAGEM  RTP 1\n\n\n\nreal-imaginário. EXPOSIÇÃO DE CHICO DIAZ. Casa da Cidadania da Língua\, Coimbra . 12 de outubro a 10 de novembro de 2023\n\n\n\n\n\ndata \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO artista Chico Diaz \n\n\n\nChico Diaz pinta desde a infância. O seu corpo de trabalho carrega dicotomias expressivas\, todas encontradas em narrativas oníricas e paisagens que remetem para o ao mundo dos sonhos. Variando desde simbolismos espirituais até horizontes brasileiros\, ele é capaz de arquitetar um vocabulário contrastante\, muitas vezes oscilando entre figuras sombrias e imagens alegres. As observações de Diaz sobre a nossa realidade se apresentam como encontros transformados\, reinventados e às vezes mistificados das suas próprias sensibilidades. O artista\, para além de pintor\, é um contador de histórias. Ator desde os 14 anos\, sua longa carreira de grande sucesso na televisão e no cinema\, lhe proporcionou a chance de expressar sua criatividade\, porém de maneira mais disciplinada. A pintura\, por sua vez\, serve como um instrumento mais livre e espontâneo. \n\n\n\nAs obras selecionadas para esta exposição\, compõem um recorte específico da obra do artista\, unindo paisagens com figurativismo carregado de simbologias. \n\n\n\nEm 2012\, o coreógrafo e artista João Fiadeiro\, em colaboração com Fernanda Eugenio\, executou uma conferência-performance onde apresentava um novo olhar em torno da ideia de “encontros” e sugeria tais encontros como “feridas que de uma maneira tão delicada quanto brutal\, alargam o possível e o pensável\, sinalizando outros mundos e outros modos para se viver juntos”. Fiadeiro também discorria sobre encontros que emergem a partir de acidentes\, resultando em novas existências de pensamento e formas de ver o mundo à nossa volta. Porém\, os nossos impulsos em rejeitar e bloquear qualquer tipo de acidentes\, ou aquilo que sai fora do “esperado” muitas vezes acaba prevenindo o nascimento de novos encontros e\, portanto\, de novas “feridas”. Muitas vezes paralisados em nossos próprios achismos\, acabamos por manter convicções que poderiam ser revisadas ou até substituídas. \n\n\n\nEscolhi este trecho do texto de João e Fernanda como base reflexiva para a obra de Chico Diaz\, principalmente pela forma como a poética do artista se apresenta muitas vezes através de encontros que emergem a partir de uma procura inquieta e misteriosa de significados. \n\n\n\nAutodidata\, o seu trabalho nunca se encontra paralisado em fórmulas ou convicções rígidas\, pelo contrário\, ele opera como que um convite à fabulação de novas fórmulas\, de novas histórias. A partir de observações de seu entorno\, se deparando e criando obstáculos no meio do caminho criativo\, Diaz busca trazer a fisicalidade de situações por meio da pintura moldando novos “reais-imaginários”. Como uma luta dentro de seu próprio inconsciente\, as pinturas se apresentam com traços expressivos\, cores vibrantes\, rostos misteriosos e paisagens tropicais. \n\n\n\nAs obras selecionadas para esta exposição\, compõem um recorte específico da obra do artista\, unindo paisagens com figurativismo carregado de simbologias. Para além da atuação\, há uma prática pictórica vibrante que talvez seja o verdadeiro pilar da produção artística de Chico Diaz. \n\n\n\nStephanie Wruck \n\n\n\nCuradora da Exposição \n\n\n\nA obra de Diaz é livre e surpreendente como é a língua portuguesa. \n\n\n\n\n\nCarlos Moura Carvalho\n\n\n\n\n\nA pintura de Chico Diaz intriga. Descobria-a\, apenas\, o ano passado em Óbidos. Quando se pensou em inaugurar a Casa da Cidadania da Língua\, em Coimbra\, com uma exposição\, surgiu a possibilidade de a fazer com Chico Diaz. Foi\, assim\, surgindo a real-imaginário em diálogo com o artista e a curadora Stephanie Wruck. \n\n\n\n\n\nA obra de Diaz é livre e surpreendente como é a língua portuguesa. Aberta a muitas influências\, atenta à realidade\, mas ao mesmo tempo muito espiritual\, num contraditório em muito idêntico às variantes da nossa língua. As cores são vibrantes\, as figuras misteriosas e as paisagens a lembrarem qualquer país da diáspora.  \n\n\n\nA Casa da Cidadania da Língua deseja-se que acolha a diversidade\, a diferença\, a pluralidade descobrindo novos caminhos que se desejam ousados\, mas consistentes. Trabalhando dicotomias com entusiasmo e respeito. São muitas as diferenças entre as várias línguas portuguesas e a pintura de Chico Diaz ajuda-nos a sentir que isso pode ser um ponto de partida e não de chegada. \n\n\n\nChico Diaz é ator e contador de histórias. A realidade nem sempre é o que parece. As personagens nunca são as mesmas. O fim é tantas vezes imprevisível. A sua pintura transmite essa dimensão\, num cenário diferente. Talvez seja mesmo a sua dimensão mais livre. \n\n\n\nAs obras selecionadas para esta exposição são ilustrativas de um percurso pleno de simbolismo que em diálogo com a escrita da programação da Casa de Coimbra seguramente encontrará novos caminhos para a língua e a cultura que nos une. \n\n\n\nCarlos Moura-Carvalho \n\n\n\nCurador da Associação Portugal Brasil 200 Anos
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SUMMARY:Zeca Baleiro\, na Ponta da língua
DESCRIPTION:O cantor celebra em Portugal os seus 26 anos de carreira com um espectáculo único\, onde apresenta o disco premiado com um Grammy\, que é também uma homenagem a cantautores portugueses. \n\n\n\nZeca Baleiro ganhou um Grammy em plena pandemia com um álbum exclusivamente feito com canções de autores portugueses\, cantado com o sotaque do Brasil. Um trabalho notável que coloca o cantor e compositor brasileiro no centro das novas questões de Cidadania\, especialmente quando a comunidade de origem brasileira em Portugal é cada vez maior. \n\n\n\nA convite da Associação Portugal Brasil 200 Anos e da UAU\, Zeca escolhe Portugal e o tema da mobilidade e da cidadania para voltar às digressões internacionais depois da pandemia e para comemorar os seus 26 anos de carreira. \n\n\n\nO novo espectáculo de Zeca propõe uma proximidade especial com o público\, dando espaço para improvisos e criando um ambiente único a cada noite. \n\n\n\nZeca convida-nos a dar um passeio único pela sua discografia\, incluindo temas do repertório de “Canções d’Além-mar”\, dedicado aos cantautores portugueses e premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Numa conexão Brasil – Portugal\, Baleiro homenageia Sérgio Godinho\, Pedro Abrunhosa\, Fausto\, Zeca Afonso\, Rui Veloso e Carlos Tê\, Jorge Palma\, António Variações\, Ornatos Violeta\, Vitorino\, João Gil e João Monge\, José Cid\, José Mário Branco e o grupo Xutos e Pontapés. \n\n\n\nMas o alinhamento do espectáculo tem também uma selecção especial com músicas marcantes da sua carreira como “Telegrama”\, “Flor da Pele”\, “Babylon” e “Bandeira”\, e de discos mais recentes\, como “Era Domingo”\, “Ela Nunca Diz”\, “Vento de Outono” e “Respira”\, em parceria com Chico César. \n\n\n\nFICHA ARTÍSTICA\n\n\n\nViolão\, guitarra e vocais: Tuco Marcondes \n\n\n\nVioloncelo e vocais: Lui Coimbra \n\n\n\nPiano: Manuel Paulo \n\n\n\nTécnico de som: Evaldo Luna \n\n\n\nRoadie: Ricardo Nishida \n\n\n\nProdução: Fernanda Tein \n\n\n\nProdução UAU: José Poeira
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SUMMARY:fronteira mátria
DESCRIPTION:Tomado por uma paixão inebriante\, esse trabalho artístico é uma ode à expressão e ao poder transformador da palavra. \n\n\n\n\n \n\n\n\n\nAndré V. Neves (Maze) e Vinicius Terra (Terra) conheceram-se há mais de dez anos numa vinda do segundo a Portugal para dar alguns concertos. Depois disso\, Maze foi ao Brasil participar no festival Terra do Rap\, que tem curadoria de Vinicius\, e foram mantendo o contacto\, digital e pessoalmente\, criando uma relação que mais do que de trabalho passou a ser de amizade. O rap (sigla para ritmo e poesia\, em inglês)\, que ambos fazem há mais de 20 anos\, juntou-os. Já a ideia de publicarem um livro em conjunto surgiu por causa de um convite da Casa Fernando Pessoa\, em Lisboa\, para um espetáculo de comemoração do Dia de Portugal em junho do ano passado. \n\n\n\nVIDEO \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nFOTOS  \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\ndata \n\n\n\n\n\npreço \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\norganização \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nlocal \n\n\n\n\n\nLER ENTREVISTA no portal Comunidade Cultura e Arte
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SUMMARY:O Brasil utópico de Darcy Ribeiro pode virar realidade?
DESCRIPTION:Este programa conta com as participações de:  \n\n\n\nIsa Grinspum Ferraz é formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É roteirista\, documentarista e curadora de exposições e museus multimídia. É autora de Darcy Ribeiro: Utopia Brasil\, pela Editora Hedra. Por três anos\, foi colaboradora de Lina Bo Bardi e\, por mais de 10 anos\, de Darcy Ribeiro. Foi diretora cultural por 7 anos da Fundação Darcy Ribeiro\, onde atua como conselheira.  \n\n\n\nPedro Duarte de Andrade é professor de Arte e Filosofia da PUC-Rio. Co-autor\, roteirista e curador da série de TV Alegorias do Brasil. Membro da Sociedade Portuguesa de Filosofia (SPF)\, da Brazilian Studies Association (BRASA)\, da Associação Brasileira de Estética (ABRE) e do Grupo de Trabalho em Estética da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF).  \n\n\n\nA mediação é feita por Marco Rodrigo Almeida formado em jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Na Folha desde 2010\, já fui repórter da Ilustrada e de Política e coordenador de Artigos e Eventos. Hoje\, editor-adjunto da Ilustríssima. Apresentação de Patrícia Dini\, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.
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SUMMARY:o que é a cidadania da língua
DESCRIPTION:Nascido na cidade portuguesa de Castelo Branco\, próxima à fronteira com a Espanha\, o doutor e jornalista José Manuel Diogo falará sobre o papel da língua para a formação de nossas visões de mundo.\n\n\n\nO que é a cidadania da língua? Este é o tema da palestra a ser realizada pelo doutor José Manuel Diogo – presidente Associação Portugal Brasil 200 anos -\, na Academia Mineira de Letras (AML)\, no dia 06 de novembro\, segunda\, às 19h30. Com entrada gratuita\, a atividade acontece no âmbito do Plano Anual Academia Mineira de Letras – AML (PRONAC 220355)\, realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura\, com patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e trezentos médicos cooperados e colaboradores – e da Cemig. \n\n\n\n“Será que a língua define novas formas de cidadania?  No início do século XX\, os antropólogos Edward Sapir (1884-1939) e Benjamin Lee Whorf (1897-1941)\, ao estudar as línguas indígenas da América do Norte\, chegaram à conclusão que a língua não é ‘um instrumento de comunicação’\, como afirma a linguística estruturalista\, mas é um fator decisivo na formação da visão do mundo”\, provoca o palestrante.  \n\n\n\nNascido na cidade portuguesa de Castelo Branco\, próxima à fronteira com a Espanha\, José Manuel Diogo é bacharel em Engenharia Mecânica e licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra.  É diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira e fundador e Presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos.  Como escritor\, seu livro “As grandes agências secretas” é um best seller com várias edições em Portugal e no Brasil. \n\n\n\n“Um século depois de Sapir e Whorf\, a mobilidade global\, a tecnologia (e a pandemia) vêm mostrar ainda mais que isso\, hoje  definem a língua como um verdadeiro território — desmaterializado e inovador — onde\, na vida social\, as relações\, pessoais\, políticas e de poder\, assentam em novas\, e revolucionárias\, formas de pertencimento”\, completa.  \n\n\n\n*** \n\n\n\nInstituto Unimed-BH \n\n\n\nO Instituto Unimed-BH completa 20 anos em 2023. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e\, desde então\, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando à formação da cidadania\, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas\, fomentar a economia criativa\, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história\, o Instituto destinou mais de R$ 170 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura\, fundos do Idoso e da Infância e Adolescência\, com o apoio de mais de 5\,3 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. No último ano\, mais de 9\,3 mil postos de trabalho foram gerados e 1\,6 milhão de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade\, Voluntariado\, Meio Ambiente\, Adoção de Espaços Públicos e Cultura\, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. \n\n\n\nAcesse www.institutounimedbh.com.br e saiba mais. \n\n\n\nCemig: a energia da cultura  \n\n\n\nA Cemig é a maior incentivadora de cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história\, a empresa reforça o seu compromisso em apoiar as expressões artísticas existentes no estado\, de maneira a abraçar a cultura de Minas Gerais em toda a sua diversidade. Além de fortalecer e potencializar as diferentes formas de produção artística\, a Cemig se apresenta\, também\, como uma das grandes responsáveis por atuar na preservação do patrimônio material e imaterial\, da memória e da identidade do povo mineiro.   \n\n\n\nOs projetos patrocinados pela Cemig\, por meio da Lei Estadual e/ou Federal de Incentivo à Cultura\, têm por objetivo beneficiar o maior número de pessoas\, nas diferentes regiões do estado\, promovendo a democratização do acesso às práticas artísticas. Assim\, investir\, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais reflete o posicionamento da Cemig em transformar vidas com a sua energia.  \n\n\n\n\n\n\n\nA cidadania da língua é um conceito que se refere ao reconhecimento e valorização das diversas línguas faladas em uma determinada comunidade ou país. Envolve o respeito pela diversidade linguística e o direito de cada indivíduo de usar\, aprender e preservar sua língua materna. José Manuel Diogo é um intelectual português conhecido por seu trabalho sobre a língua portuguesa e a cidadania linguística. Ele defende a importância de promover a cidadania da língua\, especialmente em contextos multilíngues\, como é o caso de Portugal. Diogo argumenta que a valorização das diferentes línguas faladas em um país contribui para a inclusão social\, o respeito cultural e a construção de uma sociedade mais justa e diversa. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nVIdeo de apresentação da Casa da Cidadania da Língua
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DESCRIPTION:Alfacinha de nome e de nascença.  \n\n\n\nPara além de artista plástica\, Margarida é também gerente da loja “A vida portuguesa”. Vive e trabalha em Lisboa\, cidade onde nasceu e pela qual se sente inspirada e apaixonada. \n\n\n\nInaugura 25 de Novembro\, sábado\, às 16 horas\, a exposição da artista Margarida Alfacinha na Casa da Cidadania da Língua \n\n\n\nSER”\, é ”uma exposição que propõe um olhar sobre a humanidade\, no espectro das suas liberdades individuais e a importância desse debate no espaço público e artístico.  \n\n\n\nA ideia de que a expressão individual de cada um e a sua representatividade são fundamentais para a evolução da vida em sociedade\, é a base deste trabalho. SER\, como mote da existência humana\, da identidade\, a qualidade dessa vivência e o direito a viver as escolhas com dignidade. Este conjunto de desenhos faz parte de um trabalho de investigação\, desenvolvido com base em imagens de bailarinos entre outros modelos de diversas artes performativas. O tema central deste trabalho\, tem como foco a problemática das liberdades individuais\, identidade de género e luta para a igualdade social. A certeza de que o ser humano\, como parte integrante da natureza\, é também diversidade.” \n\n\n\nExposição estará patente na casa da Cidadania da Língua até 16 de Dezembro \n\n\n\nA Casa da Cidadania da Língua\, é um lugar de diálogo\, motor de aprendizagem e entendimento\, em que a língua é um espaço de pertença e acolhimento. A Arte\, expressão de uma identidade comum\, espaço de liberdade individual e tolerância\, têm lugar aqui. A linguagem artística funciona como um denominador comum\, uma linguagem universal\, em que a palavra partilha\, é saída\, é chegada\, ligação e proximidade entre culturas. Encontrar na Arte um elemento potenciador para conhecer\, compreender e olhar o outro com humanidade\, na dinâmica do mundo atual\, é urgente. Uma voz viva e ativa na construção da paz
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SUMMARY:Porque o Brasil ainda não reconhece a importância da Amazónia
DESCRIPTION:Conta com as participações de: \n\n\n\nAne Alencar é formada em Geografia pela Universidade Federal do Pará (UFPA)\, tem mestrado em Sensoriamento Remoto e Sistema de informação Geográfica pela Universidade de Boston e doutorado em Recursos Florestais e Conservação pela Universidade da Flórida. Diretora de Ciência do IPAM. \n\n\n\nJoão Moreira Salles é documentarista e fundador da revista Piauí. Dirigiu\, entre outros\, Notícias de uma guerra particular\, Santiago\, Nelson Freire e No intenso agora. Mais recentemente\, publicou “Arrabalde”\, série de sete reportagens sobre seu período na Amazônia. \n\n\n\nA mediação de Vinicius Sassine é repórter há vinte anos\, com passagem por O Globo\, Época\, Correio Braziliense e O Popular. Atualmente\, é repórter especial da Folha de São Paulo\, correspondente na Amazônia\, com base em Manaus.Apresentação de Patrícia Dini\, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.
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SUMMARY:O Brasil precisa de Portugal? Portugal precisa do Brasil?
DESCRIPTION:26ª Diálogo do Ciclo perguntas sobre o Brasil. Com a participação de: \n\n\n\nLuís Faro Ramos é Embaixador de Portugal no Brasil. Nasceu em Lisboa em 25 de maio de 1962; licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa; aprovado no concurso de admissão aos lugares de adido de embaixada\, aberto em 11 de setembro de 1986; adido de embaixada\, na Secretaria de Estado\, em 30 de junho de 1987; confirmado em 22 de setembro de 1989; terceiro-secretário de embaixada\, em 18 de abril de 1990; chefe de divisão\, em substituição\, na Direção de Serviços das Instituições Comunitárias (DGCE)\, em 1 de maio de 1992; \n\n\n\nNomeado Presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua\, I.P. por despacho do Ministro dos Negócios Estrangeiros\, de 24 de outubro de 2017. Promovido a Embaixador em Dezembro de 2018. Apresentou\, em janeiro de 2021\, ao Presidente da República Federativa do Brasil\, as cartas credenciais que o acreditam como Embaixador de Portugal no Brasil. \n\n\n\nAlaor Carlos Lopes Leite após mais de 10 anos na Alemanha\, onde doutorou-se\, Alaor Leite regressou à lusofonia e é\, atualmente\, Professor de Direito Penal e Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É autor de vários estudos jurídicos\, publicados em uma série de países. Nos últimos tempos\, tem se dedicado a temas candentes\, tais como as relações entre crime e política\, a corrupção\, os limites à liberdade de expressão e a proteção da democracia e do Estado de Direito por meio de normas penais. \n\n\n\nA mediação será feita por José Manuel Diogo. É jornalista\, colaborador da Folha de São Paulo e presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos. \n\n\n\nApresentação de Danilo Cymrot (@danilodunas)\, pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nassistir aqui
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SUMMARY:50 Anos do 25 de Abril na Imprensa da UC I - Brasil e Portugal: Ditaduras e Democracias
DESCRIPTION:A Imprensa da Universidade pretende assinalar os 50 anos do 25 de abril com seis obras que conduzem a seis conversas. No dia 17 de janeiro\, pelas 19:00 na Casa da Cidadania da Língua (Antiga Casa da Escrita) acolhe a conversa em torno da obra Brasil e Portugal: ditaduras e transições para a democracia\, de Gilvan Veiga Dockhorn\, João Paulo Avelãs Nunes & Diorge Alceno Konrad. Com a participação de João Paulo Avelãs Nunes e Dina Sebastião \n\n\n\n\n\nOrganização: Imprensa da Universidade de Coimbra \n\n\n\nEm Parceria com: Reitoria da Universidade de Coimbra\, Município de Coimbra e Casa da Cidadania da Língua
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SUMMARY:​"Porque Coimbra é cidade de Camões?" 
DESCRIPTION:Increva-se aqui\n\n\n\nAssistir aqui\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA passagem de Luís de Camões por Coimbra durante seus anos de estudante universitário teve um impacto significativo em sua formação literária e intelectual \n\n\n\nCoimbra\, como um importante centro acadêmico e cultural\, proporcionou a Camões um ambiente propício para o desenvolvimento de suas habilidades literárias e sua compreensão das ideias renascentistas que estavam em voga na Europa na época. Além disso\, sua passagem pela universidade lhe deu a oportunidade de aprender línguas estrangeiras e entrar em contato com outros intelectuais\, enriquecendo sua perspectiva​.  \n\n\n\nComo isso impactou a sua vida e obra? \n\n\n\nJosé Seabra Pereira\, é professor aposentado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra\, é coordenador científico do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos\, e membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Foi o primeiro curador da Casa da Escrita\, e ainda consultor e supervisor de vários projetos de investigação de Centros da Fundação da Ciência e Tecnologia;  \n\n\n\nMaria Bochicchio\,​ Filóloga\,  professora\, tradutora\,   é  coordenadora da linha de investigação de poética e retórica Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos\,  Como enquadramento e perspectiva de trabalho\, interessa-lhe especificamente  a recepção crítica e criativa de Camões na modernidade\, a investigação heurística\, ecdótica\, intertextual\, tematológica de comentário filológico e hermenêutico. Tem vindo a dedicar-se nos últimos anos ao estudo e divulgação de poetas portugueses contemporâneos e a aspectos diversos das problemáticas inter-artes. \n\n\n\n​José Manuel Diogo​\, ​autor do projeto 200 anos\, 200 livros\, criador co conceito de cidadania da língua\, escritor\, colunista da Folha de São Paulo\, presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos e curador da casa da cidadania da língua
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SUMMARY:"Almas Re-descobertas"
DESCRIPTION:Em celebração do Mês da Mulher\, a Casa da Cidadania da Língua em Coimbra tem a honra de apresentar a exposição “Almas Re-descobertas”\, uma iniciativa do artista João Rebelo que homenageia a vida e obra de trinta e oito mulheres notáveis de Língua Portuguesa. \n\n\n\n\n\nVideo apresentação\n\n\n\nEsta exposição\, que estará disponível de 1 de Março a 15 de Abril de 2024\, destaca as contribuições destas mulheres à nossa cultura e  sociedade\, através de retratos em aquarela que capturam suas essências e realizações. \n\n\n\n“Almas Re-descobertas” insere-se no contexto do Mês da Mulher como uma poderosa afirmação do papel das mulheres na história e na cultura lusófona\, trazendo à luz suas histórias muitas vezes esquecidas ou negligenciadas. A exposição é um convite para reconhecer\, apreciar e celebrar as conquistas dessas mulheres extraordinárias. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nConvidamos a imprensa e o público a juntarem-se a nós nesta homenagem emocionante\, que não só honra o legado destas mulheres\, mas também reforça o papel unificador da língua portuguesa.
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SUMMARY:As Mulheres na Toponímia de Coimbra
DESCRIPTION:Como a cidade de Coimbra guarda a memória das mulheres? \n\n\n\nEm março\, mês dedicado à celebração da mulher\, a Casa da Cidadania da Língua\, em colaboração com a Associação Portugal Brasil 200 anos (APBRA) e o Município de Coimbra\, apresenta mais uma iniciativa integrada na rubrica conversas da casa e dedicada às mulheres. \n\n\n\n\n\n\n\nChama-se “As Mulheres na Toponímia de Coimbra”\, está inserida nas atividades que a Associação Portugal Brasil 200 anos tem criado para a criação da Casa da Cidadania da Língua e resulta de uma provocação feita à Aurélia Filipe técnica superiora da Câmara Municipal de Coimbra e profunda conhecedora da toponímia da cidade universitária.  \n\n\n\nEsta conversa procurará se  uma reflexão sobre a representação feminina nas ruas cidade\, procurando compreender a importância (ou a falta dela) da preservação da memória coletiva e da distinção social por meio da nomeação dos espaços públicos.  \n\n\n\nDestacam-se\, entre os convidados para este evento\, o jornalista Jorge Castilho\, a poeta\, dramaturga e performer Maria Giulia Pinheiro\, a gestora cultural e técnica da Câmara Municipal de Coimbra Aurélia Filipe\, além da presença do escritor e poeta João Rasteiro\, que enriquecerá o evento com momentos de poesia relacionados ao tema. \n\n\n\nLembramos que até ao próximo dia 15 de Abril a exposição inédita “Almas Re-descobertas”\, composta por 38 quadros de autoria do pintor João Rebelo\, estará patente nas galerias da CCL®. A mostra presta homenagem à vida\, obra e papel fundamental das mulheres na história e cultura lusófonas\, trazendo à tona narrativas muitas vezes esquecidas ou negligenciadas. A exposição estará aberta ao público de 1 de março a 15 de abril\, convidando todos a reconhecer\, apreciar e celebrar as contribuições destas mulheres extraordinárias. \n\n\n\nEste conjunto de atividades é resultado de um Protocolo de Parceria entre o Município de Coimbra e a APBRA\, aprovado na Reunião do Executivo Camarário em 30 de outubro de 2023\, reforçando o compromisso de ambas as instituições em valorizar e promover a cultura e a arte\, com especial ênfase na representação e participação feminina. \n\n\n\nA exposição “Almas Re-descobertas” e a conversa “As Mulheres na Toponímia de Coimbra” não apenas destacam a importância da mulher na história e na cultura lusófona\, mas também contribuem para o fortalecimento da identidade e coesão entre os países de língua portuguesa\, promovendo uma compreensão mais equitativa e diversificada do nosso passado e presente. \n\n\n\nO evento é gratuito e aberto ao público\, sublinhando o compromisso da APBRA e do Município de Coimbra em proporcionar acesso à cultura e à educação para todos. \n\n\n\nJOSÉ MANUEL DIOGO \n\n\n\nPresidente da Associação Portugal Brasil 200 anos \n\n\n\nParticipam\n\n\n\nMARIA GIULIA PINHEIRO \n\n\n\nMaria Giulia Pinheiro (São Paulo\, 1990) é poeta\, dramaturga e performer. Vencedora da edição de 2022 do Prémio Nova Dramaturgia de Autoria Feminina com o texto Isso não é relevante. Em 2020\, ficou em 4. Lugar na Copa do Mundo de Poetry Slam\, da França\, representando Portugal e\, em 2018\, também em 4. lugar no Slam BNDS Nacional da FLUP – Festa Literária das Periferias\, na Cidade de Deus\, Rio de Janeiro. Criou e coordena o Núcleo de Dramaturgia Feminista\, que desde 2020 passou a ser online e pelo qual já passaram mais de 300 pessoas de 8 países (Angola\, Austrália\, Brasil\, Colômbia\, Chile\, Holanda\, Moçambique e Portugal). Autora de “Da Poeta ao Inevitável”\, pela Editora Patuá (2013)\, “Alteridade”\, pelo Selo do Burro (2016)\, “Avessamento”(2017) e “30 (poemas de amor) para (os) 30 (anos de alguém que nunca amei tanto assim)”(2020)\, ambos pela Editora Urutau e “Isso não é relevante” (2022)\, pela Editora Douda Correria\, além de dramaturga dos espetáculos “Mais um Hamlet”\,  “Bruta Flor do Querer” e “A Palavra Mais Bonita”\, os últimos dois também sob sua direção. Mais em: www.mariagiuliapinheiro.com \n\n\n\n\nMaria Giulia Pinheiro\n\n\n\nJorge Castilho\n\n\n\nJoão Rasteiro\n\n\n\n\nJORGE CASTILHO \n\n\n\nJornalista há 55 anos\, foi fundador e director de jornais (entre eles o semanário Jornal de Coimbra) e de emissoras radiofónicas (entre as quais a RJC/TSF Coimbra). Para além de professor de jornalismo\, tem desempenhado vários cargos no sector da Comunicação Social\, entre os quais Director da Associação Portuguesa de Imprensa\, membro da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista e do Conselho Técnico-Pedagógico do CENJOR (Centro de Formação de Jornalistas). Foi Director-Adjunto da Casa Museu Miguel Torga e membro da Comissão de Toponímia da Câmara Municipal de Coimbra. Actualmente\, entre outras actividades\, é Presidente da Associação dos Antigos Estudantes de Coimbra e Presidente do Conselho Consultivo da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. \n\n\n\nMomento de poesia por JOÃO RASTEIRO  \n\n\n\nLicenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade de Coimbra\, integra a Direção do PEN Clube Português.Tem poemas publicados em Portugal\, Brasil\, Itália\, França\, Espanha\, País Baixos\, Finlândia\, Hungria\, Chéquia\, USA\, México\, Argentina\, Peru\, Chile\, Honduras\, Nicarágua\, Colômbia e Índia\, possuindo poemas traduzidos para o espanhol\, catalão\, italiano\, inglês\, francês\, neerlandês\, checo\, finlandês\, húngaro\, japonês\, occitano\, árabe e persa.Entre diversos prémios\, obteve o Prémio Literário Manuel António Pina (2010)\, Prémio César Vallejo 2020\, (categoria Excelência Literária) e Prémio Literário Natália Correia (2023). Foi finalista (poesia) do prestigiado Prémio Portugal Telecom de Literatura (Brasil\, 2012). Publicou 23 livros (Portugal\, Brasil e Espanha)\, que vão de “A Respiração das Vértebras”\, 2001; O Búzio de Istambul\, 2008; A Divina Pestilência\, 2011; Tríptico da Súplica\, 2011 (Brasil)\, Ruídos e Motins\, 2016; Poemas en punto de hueso\, 2017 (Espanha); Levedura\, 2019;“OFÍCIO Poesia: 2000 – 2020”\, 2021; Incenso\, 2022 (Brasil)\, As pedras que choram o Douro\, 2023 (Espanha)\, SARDOAL\, 2023 e Escoriação\, 2024. Em 2020 publicou o livro de contos “Governadores de Orvalho”.Tendo integrado várias antologias de poesia portuguesa publicada no estrangeiro\, em 2018 integrou a antologia sobre a literatura portuguesa\, em número especial organizada e editada pela Luvina\, revista literária da universidade de Guadalajara\, México. Em 2009 e 2018 organizou antologias dedicadas à poesia portuguesa\, respectivamente: “Poesia Portuguesa Hoje”(Colômbia) e “Aquí\, en Esta Babilonia” (Espanha).Tem participado em diversos festivais literários\, em Portugal e no estrangeiro. Trabalha como Programador Cultural (Divisão de Cultura do Município de Coimbra) e vive em Coimbra. \n\n\n\nMOMENTO POÉTICO Baixar
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SUMMARY:Camões e a Ciência do seu tempo 
DESCRIPTION:Por ocasião dos 500 anos do nascimento Camões e no dia em que se celebram 452 anos da primeira edição dos Lusíadas\, o professor Carlos Fiolhais olha para o céu de coimbra nas margens do mondego para falar de Camões e da ciÊncia do seu tempo. \n\n\n\n\n\n\n\nEste evento\, integrado na programação Camões 500\, resultado da parceria entre a Associação Portugal Brasil 200 anos e o Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra\, e integrada da programação da Casa da Cidadania da Língua\,  \n\n\n\nEm celebração ao 500º aniversário do nascimento do emblemático poeta português Luís de Camões\, o Museu da Água em Coimbra proporcionará um fim de tarde muito especial com um evento intitulado ‘Camões e as Estrelas’ que congrega o renomado Professor de Física\, Catedrático Jubilado\, Carlos Fiolhais e a experiente Investigadora Maria Bochicchio\, coordenadora do Grupo de Trabalho de ‘Poética e Retórica’ do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos. \n\n\n\n\nMaria Bochicchio\n\n\n\nCarlos Fiolhais\n\n\n\n\n“Este encontro proporcionará uma imersão na relação entre Camões e a astronomia: explorando sua relação com o cosmos através de sua obra. Além das apresentações dos oradores\, haverá momentos poéticos\, incluindo a declamação das passagens memoráveis de ‘Os Lusíadas’ pelo Coletivo DeclAmar Poesia.” \n\n\n\nO evento acontecerá em 2 momentos específicos. Começará no anfiteatro com os oradores e terminará no terraço do Museu\, onde a terra encontra a água\, criando uma atmosfera sugestiva entre água e céu.  \n\n\n\nJunte-se a nós para explorar a fascinante interseção entre a poesia de Camões e a majestade do firmamento.
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SUMMARY:Coimbra no tempo de Camões (I)
DESCRIPTION:A ALTA de COIMBRA\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nMarque aqui\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nNuma tarde de primavera\, sob um céu que alternava entre azuis claros e o cinza das nuvens passageiras\, Luís de Camões retornava a Coimbra\, agora como um fantasma de sua própria lenda. A cidade\, repleta de ecos e memórias\, chamava-o para uma jornada pelas ruas que moldaram seu espírito e inspiraram sua poesia. \n\n\n\nÀs 15:30\, o poeta se encontrava na histórica Porta da Barbacã. Diante dele\, uma bela janela renascentista capturava o olhar\, com seus detalhes finamente esculpidos que falavam das habilidades dos artesãos de outrora. Ao lado da janela\, a imagem sacra de uma Virgem com o Menino\, esculpida em pedra\, parecia abençoar todos aqueles que passavam por aquele portal antigo. Camões\, com um sorriso leve\, tocou a pedra fria\, sentindo a conexão com tempos que só ele lembrava. \n\n\n\nCaminhando pela Rua Sub Ripas\, o poeta se dirigiu ao Paço de Sub-Ripas\, uma construção robusta e imponente que se erguia como um testemunho do poder e da história da cidade. O silêncio do lugar era quase palpável\, como se as paredes esperassem para sussurrar segredos daqueles que ali viveram. Camões\, perdido em pensamentos\, imaginava os banquetes e as conversações que animaram aqueles salões\, ecoando agora apenas na sua memória. \n\n\n\nO próximo destino era a Sé Velha de Coimbra\, uma estrutura que dominava a paisagem com sua imponência gótica. Ao entrar\, o poeta foi tomado pela majestade do lugar. Seus olhos logo encontraram o brasão do Bispo Jorge de Almeida\, o grande mecenas das artes que havia encomendado muitas das obras que agora adornavam a catedral. Camões reverenciou a memória do bispo\, ciente do papel crucial que tais patronos desempenharam no florescimento cultural do Renascimento português. \n\n\n\nCaminhões caminhava lentamente\, cada passo ressoando contra o chão de pedra\, cada sombra uma tapeçaria de luz e escuridão. Ele parava frequentemente\, tocando as colunas\, os retábulos\, inspirando-se na solenidade do ambiente que tanto contrastava com o burburinho das ruas lá fora. Ao sair da Sé\, uma última olhada para trás selava o encontro do poeta com a sua história\, um laço eterno entre o criador e sua musa\, entre o homem e sua cidade. \n\n\n\nE assim\, Camões continuou a perambular por Coimbra\, um espectro entre os vivos\, uma presença entre as sombras\, tecendo novamente as palavras que Coimbra sempre inspirou em sua alma de poeta. \n\n\n\n\n\n\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no X(abre em nova janela)X\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp\n\nClique para compartilhar no Mail(abre em nova janela)Mail
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SUMMARY:Empreender no Feminino
DESCRIPTION:Empreender no Feminino\n\n\n\nO dia começa às 10h00 com o lançamento do inovador programa “Empreender no Feminino“\, realizado em parceria com o Clube de Mulheres de Negócios da CPLP. Este programa visa capacitar mulheres migrantes\, proporcionando-lhes ferramentas para que possam prosperar no mundo do empreendedorismo\, reforçando o compromisso com a equidade e o desenvolvimento social.  \n\n\n\n\n\n\n\nEsta é a primeira realização da Comissão Mulheres Lusófonas em Diáspora da Associação Portugal Brasil 200 anos coordenada por Rijarda Aristóteles.  \n\n\n\nRijarda Aristóteles é brasileira\, de Fortaleza\, Doutora em História\, pela Universidade Autónoma de Lisboa\, Internacionalista e Escritora. Presidente do Clube Mulheres de Negócios em Língua Portuguesa\, Embaixadora da Paz Women’s Federation for World Peace Internacional (WFWP) / UNESCO e Portugal\, Country Chair Global Networking. \n\n\n\n\nFale com Rijarda\n\n\n\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp
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SUMMARY:Oração para desaparecer
DESCRIPTION:Oração para desaparecer\n\n\n\nÀs 11h00\, a renomada escritora Socorro Accioli apresentará a palestra “Oração para Desaparecer : percurso Brasil-Portugal”\, onde discutirá o poder transformador da língua na literatura e além. Esta apresentação é uma oportunidade única para refletir sobre como as palavras moldam nossas experiências e percepções. \n\n\n\n\n\n\n\nSocorro Acioli Nasceu em Fortaleza\, Ceará\, em 1975. Jornalista e doutora em estudos de literatura pela Universidade Federal Fluminense (UFF)\, é professora e coordenadora da especialização em escrita e criação da Universidade de Fortaleza (Unifor). É autora de mais de vinte livros publicados\, entre eles Ela tem olhos de céu\, que recebeu o prêmio Jabuti de literatura infantil; a coletânea de poemas Takimadalar\, as ilhas invisíveis; e os romances A cabeça do santo \, publicado na França\, Estados Unidos\, Inglaterra\, México e Itália e Oração para Desaparecer\, publicado em Portugal pela Particular. [ + fotos ] \n\n\n\n\nFale connosco\n\n\n\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp
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SUMMARY:Cidadania e Camões: Programação da Casa da Cidadania da Língua
DESCRIPTION:Cidadania e Camões. 50 x 500 \n\n\n\nAs 15h00\, será apresentada a programação da Casa da Cidadania da Língua uma mesa redonda com curadores\, que explorarão o tema da preservação e inovação linguística. Um momento de poesia proporcionará uma pausa reflexiva e artística\, celebrando a beleza da expressão literária. \n\n\n\nA apresentação é também uma conversa da série “Gente de cá de de lá” na qual estarão o presidente da APBRA\, José Manuel Diogo\, Maria Bochicchio\, do Centro interuniversitário de estudos camonianos da Universidade de Coimbra\, e o artistas visual João Francisco Vilhena e o animador cultural Carlos Castela  \n\n\n\nMaria Bochicchio\n\n\n\nFilóloga\,  professora\, tradutora\,   é  coordenadora da linha de investigação de poética e retórica Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos\,  Como enquadramento e perspectiva de trabalho\, interessa-lhe especificamente  a recepção crítica e criativa de Camões na modernidade\, a investigação heurística\, ecdótica\, intertextual\, tematológica de comentário filológico e hermenêutico. Tem vindo a dedicar-se nos últimos anos ao estudo e divulgação de poetas portugueses contemporâneos e a aspectos diversos das problemáticas inter-artes. \n\n\n\n\n\n\n\n\nEnvie uma mensagem a Maria\n\n\n\n\nJoão Francisco Vilhena \n\n\n\nFotógrafo português conhecido por sua abordagem intimista e humanista na fotografia\, que frequentemente explora temas como identidade\, cultura e a relação entre pessoas e seus ambientes. Nascido em Portugal\, Vilhena dedicou boa parte de sua carreira a documentar a vida quotidiana\, os retratos pessoais e a cultura urbana\, tanto em seu país natal quanto internacionalmente. Além de seu trabalho em fotografia\, Vilhena também participa de projetos colaborativos e educacionais\, ministrando oficinas e palestras sobre fotografia\, arte visual e a importância do visual storytelling na cultura contemporânea. \n\n\n\n\n\n\n\n\nEnviar uma mensagem ao João\n\n\n\n\nCarlos Castela  \n\n\n\n\n\n\n\nCarlos tem as licenciaturas de Geologia\, uma no ramo educacional e outra no ramo científico pela Universidade de Coimbra e tem mestrado em gestão do ambiente em do ordenamento do território e frequentou um MBA em Gestão das Indústrias Criativas e do Turismo. Foi investigador em várias instituições\, como no Departamento de Ambiente da Universidade de Aveiro\, ou no Centro de Cerâmica e do Vidro\, versando temas tão dispares como sedimentologia\, hidrogeologia\, património geológico e edificado e por fim\, estabeleceu-se definitivamente em Quadro Zona Pedagógica\, lecionando nas áreas de Geologia e Biologia\, é ainda amiúde convidado para trabalhar em Universidades e Escolas Seniores e que por vezes aceita.  \n\n\n\n\nEnvie uma mensagem ao Carlos\n\n\n\n\nJosé Manuel Diogo\, autor\, escritor\, empresário\, colunista da Folha de São Paulo\, Presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos e curador da casa da cidadania da língua \n\n\n\n\n\n\n\n\nFale connosco\n\n\n\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp
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SUMMARY:todos os voos da palavra
DESCRIPTION:Exposição – Todos os voos da Palavra\n\n\n\nPerformance e evento será coroado às 17h00 com a inauguração da exposição “Todos os Vôos da Palavra“\, pelo artista plástico João Murillo. A exposição será acompanhada por uma emocionante performance do grupo de teatro TENTART\, que promete trazer as obras de arte à vida com sua interpretação criativa. \n\n\n\nJoão Murillo \n\n\n\n\n\n\n\nJoão Murillo é um artista e pintor português\, cujo trabalho é conhecido pela intensidade emocional e pelo uso expressivo da cor e da forma. Nascido em Nova Lisboa\, Angola/Portugal\, Murillo é um auto-didata. Desenvolveu uma carreira que inclui tanto a pintura quanto a escultura\, instalação\, com uma forte influência do expressionismo e do surrealismo. \n\n\n\nO trabalho de Murillo explora frequentemente temas relacionados à condição humana\, à psicologia e aos mistérios da existência. Suas obras são marcadas por uma abordagem que combina elementos do realismo mágico com uma perspectiva pessoal e introspectiva\, fazendo uso de simbolismos e de uma paleta de cores vibrante para expressar visões complexas sobre a vida e a sociedade. \n\n\n\nTENTART \n\n\n\n\n\n\n\nGrupo de teatro e Animação que reúne vários artistas da área do teatro\, dança\, música\, da escrita e pedagogia que se reuniram\, tendo em vista o desenvolvimento e apresentação de projectos artísticos. A área de actuação abrange as expressões artísticas\, tais como: animações e intervenções de rua\, espectáculos de rua\, artes plásticas\, dança\, teatro\, campanhas temáticas\, formação\, tertúlias\, debates\, entre outros\, que através de uma programação variada de actividades socioculturais\, têm intervenção directa junto da comunidade. \n\n\n\nAcreditamos que a produção artística é um valioso instrumento de intervenção social onde as pessoas podem encontrar um espaço de descoberta e afirmação\, numa dimensão global na sociedade\, sendo a aliança da arte à pedagogia muito favorável à abordagem de temáticas relativas à comunidade. \n\n\n\nAcreditamos que através do teatro podemos transmitir uma mensagem\, e é isso que nos move\, é isso que é valioso!   \n\n\n\nIniciámos a nossa actividade artística em 2009 onde desenvolvemos projectos de animação /intervenção sociocultural de cariz histórico\, bem como realizamos espectáculos e performances teatrais contemporâneos. A direcção Ertística e  Coordenação são de Patrícia Caeiro \n\n\n\nAcreditamos que a produção artística é um valioso instrumento de intervenção social onde as pessoas podem encontrar um espaço de descoberta e afirmação\, numa dimensão global na sociedade\, sendo a aliança da arte à pedagogia muito favorável à abordagem de temáticas relativas à comunidade. \n\n\n\nAcreditamos que através do teatro podemos transmitir uma mensagem\, e é isso que nos move\, é isso que é valioso!   \n\n\n\nIniciámos a nossa actividade artística em 2009 onde desenvolvemos projectos de animação /intervenção sociocultural de cariz histórico\, bem como realizamos espectáculos e performances teatrais contemporâneos. \n\n\n\n\nFale connosco\n\n\n\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp
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SUMMARY:Coimbra no tempo de Camões (III)
DESCRIPTION:OS COLÉGIOS DA RUA DA SOFIA\, LADO NORTE\n\n\n\n\n\nO início da reforma do ensino superior empreendida por D. João III\, foi iniciada nas décadas de 1530 e 1540. Tendo na primeira fase a criação do colégio das artes\, este que posteriormente passaria a colégio Jesuítica e seguir seria ocupado pela inquisição\n\n\n\n\n\nNuma fase prévia planeia-se que as novas instalações universitárias se situem na Baixa de Coimbra no seio do Mosteiro de Santa Cruz e irradiando deste. \n\n\n\nEm outubro de 1537\, talvez por divergência com o prior do Mosteiro de Santa cruz ou ainda por ser mais fácil e rápido a sua construção\, e meio ano após a transferência de Lisboa para Coimbra\, o rei decidiu que\, afinal\, a Universidade– os «estudos« ou os «gerais» – ficavam na Alta e que na rua da Sofia na Baixa se fixariam colégios propedêuticos de religiosos. \n\n\n\nEsta maravilhosa rua renascentista foi lançada no tempo em que Luís de Camões era jovem. A primeira referência à intenção de abertura da Rua da Sofia surge numa carta régia\, de 17 de abril de 1535\, tinha o Luís de Camões 11 anos e a 20 de março de 1538 é o primeiro documento em contrato onde surge a sua designação: «Rua de Santa Sofia». Neste contrato é obrigatório as suas regras urbanísticas\, de modo a assegurar a sua regularidade com um alinhamento a partir do Mosteiro de Santa Cruz. \n\n\n\nUm dos lados da Rua da Sofia\, a NE\, o lado mais nobre foi destinando à instalação de colégios e no lado oposto foi destinado à construção de casas\, prioritariamente para professores\, mas também para estudantes e funcionários e outros servidores comerciais\, regra depois ultrapassada quando se instalou o colégio de São Tomás e o colégio mais fruste de São Boaventura \n\n\n\nAssim temos no lado NE o colégio de São Bernardo\, Colégio do Carmo\, Colégio da Graça e Colégio de São Pedro e no lado oposto os dois referidos. \n\n\n\nTodos eles tinham a sua igreja\, dormitórios e os claustros com dois pisos\, com origem no arquiteto Diogo Castilho. \n\n\n\nA abertura da Rua da Sofia foi um ato urbanística marcante no século XVI revolucionária para o urbanismo da cidade\, com novo acesso a norte\, passando perto da gafaria e vendo erguida a porta de Santa Margarida como entrada e no lado oposto o Mosteiro de Santa Cruz. \n\n\n\nNestes passeios iremos visitar Coimbra quinhentista\, no tempo de Camões\, com a sua arte quinhentista\, visitando 6 igrejas (duas em ruínas)\, 5 claustros\, um pátio\, pintura\, azulejaria\, escultura\, vestígios da inquisição…numa rota que vai desde o século XII ao século XX\, com destaque para Coimbra quinhentista no tempo de Luís de Camões.
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SUMMARY:À Corda”\, Cello Festival — Diogo Martins\, Celebração de abril e Camões
DESCRIPTION:A Casa da Cidadania da Língua em Coimbra tem o prazer de anunciar um evento cultural destacado\, o concerto “500: Celebrando Abril e Camões”. Este concerto\, que celebra tanto as conquistas da Revolução de Abril quanto a herança poética de Luís de Camões\, será protagonizado pelo estimado violoncelista Diogo Martins. O evento está agendado para 17 de maio de 2024\, às 21h\, e promete ser uma noite memorável de música e poesia. \n\n\n\nSobre o Concerto “500: Celebrando Abril e Camões” \n\n\n\nO concerto oferece uma fusão artística que vincula a poesia camoniana aos valores democráticos nascidos da Revolução de Abril\, tudo interpretado através das cordas do violoncelo. Diogo Martins\, reconhecido por sua interpretação emotiva e técnica precisa\, executará uma seleção de peças que abrangem vários períodos\, destacando a influência duradoura de ambos os homenageados. \n\n\n\n\n\n\n\nSobre o Festival \n\n\n\nO FESTIVAL DE VIOLONCELO À CORDA\, criado em 2020\, é organizado pela Associação Momentos À Corda\, sediada na Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais\, Coimbra.  \n\n\n\nÉ o primeiro Festival de violoncelo criado em Portugal\, tendo programado\, ao longo de quatro edições\, variadíssimos artistas portugueses e estrangeiros\, de diferentes géneros musicais.  \n\n\n\nEntre eles destacam-se solistas e pedagogos de renome como Stephan Braun\, Maria de Macedo\, Mats Lidström\, Ophélie Gaillard e Santiago Canõn-Valencia. Este último teve a sua estreia em Portugal\, em 2022\,na sala D. Afonso Henriques do Convento São Francisco\, no contexto daterceira edição do festival. \n\n\n\nA direção artística é assumida pelo violoncelista conimbricense TiagoAnjinho\, mestre pela Royal Academy of Music de Londres e detentor do histórico prémio Guilhermina Suggia.
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SUMMARY:Slam Camões
DESCRIPTION:Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no X(abre em nova janela)X\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no Mail(abre em nova janela)Mail\n\n\n\nCiclo Slam Camões\n\n\n\n\n\n\n\n“O próximo poeta da noite é… Luís Vaz de Camões!” \n\n\n\nSlam Camões é um campeonato de poesia falada criado para mostrar que a poesia clássica  é aquela que já viveu as ruas de outros tempos. O poetry slam é um jogo em que\, durante  três rondas\, poetas falam poemas autorais de até três minutos\, sem acompanhamento  musical\, sem figurinos e objetos cênicos. Cinco pessoas\, escolhidas na plateia e cujo  único critério de escolha é não conhecer os poetas anteriormente\, são os “jurados”\, que  podem dar notas de 0 a 10 às performances.  \n\n\n\nNo Slam Camões\, honramos e valorizamos  o grande poeta da língua portuguesa enquanto abrimos espaços de escuta e troca  para poetas contemporâneos. Durante o evento conduzido por Maria Giulia Pinheiro  em todos os últimos sábados do mês de fevereiro a setembro\, teremos também  intervenções musicais de DJs convidados\, uma oficina prévia de 3 horas de duração com  artistas convidados\, que farão performances poéticas no evento e leituras feitas por  Gonçalo Antunes dos 10 Cantos de Lusíadas.   \n\n\n\nPROGRAMAÇÃO COMPLETA\n\n\n\nSessão 125.mai2024O que é Poetry Slam?10h-12hOficina: “O que é Poetry Slam?” \, Liliana Vasques e Maria Giulia Pinheiro17h30-21hSlam Camões com participação especial de Liliana VasquesCanto I – Poetry Slam — DjSessão 210.jun2024Cor(palavra) 10h-12h Oficina Palavra Falada (nome provisório) com Marinho Pina17h30 -21hSlam Camões com:Participação especial de Marinho Pina Leitura do Canto IIPoetry Slam DjSessão 329.jun2024Escrever para falar10h-12hOficina Palavra Falada (nome provisório) com Rita Capucho17h30-21hSlam Camões com:Participação especial de Rita Capucho Leitura do Canto IIIPoetry Slam DjSessão 427.jul2024Palavra e música10h-12hOficina: Palavra Falada (nome provisório) com Karen David17h30-21hSlam Camões com:Participação especial de Karen David Leitura do Canto IVPoetry Slam DjSessão 531.ago2024O poetry slam como fortalecimento de vínculos e incentivo à leitura e escrita10h-12Oficina: O poetry slam para educadores/animadores/coordenadores e gestores escolares como ferramenta de fortalecimento de vínculos e incentivo à leitura e escrita de crianças e adolescentes\, com Marina Campanatti17h30-21hSlam Camões com:Participação especial de Marina Campanatti (Atual campeã de Portugal Slam) Leitura do Canto V e VIPoetry SlamDJSessão 628.set2024Composição da escrita em cena10h-12hOficina Palavra Falada (nome provisório) com Lucas França17h30-21hSlam Camões com:Participação especial de Lucas França Leitura do Canto VII e VIIIPoetry Slam DJSessão 726.out2024A performance poética como escrita em movimento10h-12hOficina Palavra Falada (nome provisório) com Li Alves17h30-21hSlam Camões com participação de  Li Alves Grande Final Poetry Slam Camões\, com os primeiros e segundos lugares das edições anteriores Leitura do Canto IX DJSessão 823.nov 2024O Corpo em Cena10h – 12hOficina: O Corpo em Cena\, com Silvia Penas 17h30-21hSlam Camões com Silvia PenaPoetry Slam Vale Tudo\, Festa da PalavraLeitura do Canto  XDJ\n\n\n\nRegisto Gratuito\n\n\n\n Vagas Limitadas  \n\n\n\n\n\n\n\nNome(obrigatório)\n\n	\n\n\n\n\nE-mail(obrigatório)\n\n	\n\n\n\n\nTelefone\n\n	\n\n\n\n\nQuero assistir a sessão\n	\n		Selecionar uma opção\n		O que é Poetry Slam? – 25 mai\n		Oficina Cor – 10 jun\n		Escrever para falar – 29 jun\n		Palavra e música 27 jul\n		O poetry slam como fortalecimento … 31 ago\n		Composição da escrita em cena  28 set\n		A performance poética como escrita em movimento 26 out\n		O Corpo em Cena 23 nov\n	\n\n	\n\n\n\n\nOutros detalhes\n\n	\n\n\nEnviar\n		\n		\n		\nΔ
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SUMMARY:Coimbra no tempo de Camões (IV)
DESCRIPTION:Rua da Sofia (sector NE)-colégios de são Bento\, da Graça\, do Carmo\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nReserve o seu lugar aqui\n\n\n\n\nPartilhar \n\n\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no X(abre em nova janela)X\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp\n\nClique para compartilhar no Mail(abre em nova janela)Mail\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO início da reforma do ensino superior empreendida por D. João III\, foi iniciada nas décadas de 1530 e 1540. Tendo na primeira fase a criação do colégio das artes\, este que posteriormente passaria a colégio Jesuítica e seguir seria ocupado pela inquisiçãoNuma fase prévia planeia-se que as novas instalações universitárias se situem na Baixa de Coimbra no seio do Mosteiro de Santa Cruz e irradiando deste.Em outubro de 1537\, talvez por divergência com o prior do Mosteiro de Santa cruz ou ainda por ser mais fácil e rápido a sua construção\, e meio ano após a transferência de Lisboa para Coimbra\, o rei decidiu que\, afinal\, a Universidade– os «estudos« ou os «gerais» – ficavam na Alta e que na rua da Sofia na Baixa se fixariam colégios propedêuticos de religiosos.Esta maravilhosa rua renascentista foi lançada no tempo em que Luís de Camões era jovem. A primeira referência à intenção de abertura da Rua da Sofia surge numa carta régia\, de 17 de abril de 1535\, tinha o Luís de Camões 11 anos e a 20 de março de 1538 é o primeiro documento em contrato onde surge a sua designação: «Rua de Santa Sofia». Neste contrato é obrigatório as suas regras urbanísticas\, de modo a assegurar a sua regularidade com um alinhamento a partir do Mosteiro de Santa Cruz. \n\n\n\nUm dos lados da Rua da Sofia\, a NE\, o lado mais nobre foi destinando à instalação de colégios e no lado oposto foi destinado à construção de casas\, prioritariamente para professores\, mas também para estudantes e funcionários e outros servidores comerciais\, regra depois ultrapassada quando se instalou o colégio de São Tomás e o colégio mais fruste de São BoaventuraAssim temos no lado NE o colégio de São Bernardo\, Colégio do Carmo\, Colégio da Graça e Colégio de São Pedro e no lado oposto os dois referidos.Todos eles tinham a sua igreja\, dormitórios e os claustros com dois pisos\, com origem no arquiteto Diogo Castilho.A abertura da Rua da Sofia foi um ato urbanística marcante no século XVI revolucionária para o urbanismo da cidade\, com novo acesso a norte\, passando perto da gafaria e vendo erguida a porta de Santa Margarida como entrada e no lado oposto o Mosteiro de Santa Cruz.Nestes passeios iremos visitar Coimbra quinhentista\, no tempo de Camões\, com a sua arte quinhentista\, visitando 6 igrejas (duas em ruínas)\, 5 claustros\, um pátio\, pintura\, azulejaria\, escultura\, vestígios da inquisição…numa rota que vai desde o século XII ao século XX\, com destaque para Coimbra quinhentista no tempo de Luís de Camões. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nOs passeios de Camões são uma realização da Paortugal Notável e  Associação Portugal Brasil 200 anos e contam com a parceria do Hospital da Luz de Coimbra.
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SUMMARY:Camões sem Parar
DESCRIPTION:“Os monumentos a Camões durante a construção da Cidade Universitária de Coimbra” \n\n\n\n\n\n\n\nSérie de encontros mensais\, coordenados por Maria Bochicchio\, ocorrendo na segunda terça-feira de cada mês\, de Maio a Dezembro. Estes encontros visam explorar a vasta influência de Luís de Camões através de palestras\, debates e mesas-redondas\, abordando temas desde sua presença na cidade que o viu nascer até sua influência no cinema\, nas artes\, no fado e no teatro\, culminando na análise dos diversos rostos de Camões e como ele foi mitificado ao longo da história. \n\n\n\nPrimeiro encontro\n\n\n\n \n\n\n\nA palestra inaugural será proferida pelo Diretor da Casa Museu Elysio Moura\, o Dr. Milton Pacheco\, sob o título “Os monumentos a Camões durante a construção da Cidade Universitária de Coimbra”. A apresentação será centrada no desmantelamento e deslocação do monumento oitocentista e nos projetos não executados dedicados a Camões no âmbito da construção da Cidade Universitária de Coimbra (1934-1975). \n\n\n\n\nMilton Pacheco\n\n\n\n\nA coordenação e moderação do ciclo estão a cargo da Professora Maria Bochicchio\, do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra. \n\n\n\nEste ciclo de encontros não só enriquece a compreensão pública sobre Luís de Camões e sua obra como também promove a interação cultural e académica entre estudiosos\, estudantes e a comunidade em geral. Além disso\, contribui para a valorização do Património Cultural de Coimbra\, reforçando a sua identidade como um centro de excelência em estudos literários e humanísticos.
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SUMMARY:O olho perdido de Camões
DESCRIPTION:Mas afinal de quem foi a ideia de celebrar o meu nascimento no dia da minha morte? \n\n\n\nGARANTA O SEU INGRESSO \n\n\nRegistre-se no Eventbrite\n\n\nDe forma a assinalar o 500º aniversário de Luís de Camões\, Nelson Monforte apresenta\, no próximo dia 9 de Junho\, a estreia mundial do espetáculo teatral “O Olho Perdido de Camões”\, às 22h\, na Casa da Cidadania\, em Coimbra – a cidade que tanto inspira e reverencia a obra camoniana. \n\n\n\n\n\n\n\nAs celebrações iniciam-se com uma festa de aniversário exclusiva\, que oferecerá um catering alusivo à Rota de Sabores até à Índia\, acompanhado do DJ Kaniyt que trará sons vibrantes de forma a tornar o ambiente único.  \n\n\n\nPor se tratar da celebração do aniversário de uma das figuras mais marcantes da nossa história\, pedimos aos nossos convidados que marquem presença e tragam um presente para Camões – sejam criativos! \n\n\n\nA obra conta com a participação dos atores Luiz Guarnieri\, a encenar Camões Meridional e Gonçalo André\, como Camões Ibérico. É uma criação inovadora\, atual e pertinente\, que tem como objetivo explorar as conexões entre arte\, saúde mental e identidade coletiva.  \n\n\n\nSão apresentados dois Camões e várias perspetivas sobre a narrativa inspirada na sua obra mais célebre “Os Lusíadas”\, incentivando a uma reflexão profunda sobre a trajetória do país e os desafios que ainda persistem. Ao longo do espetáculo\, fundem-se elementos contemporâneos com a poesia épica clássica\, mitos e símbolos\, linguagem poética e simbólica – constituindo uma jornada teatral que desafia convenções\, quebra barreiras e desperta questionamentos profundos\, transcendendo o tempo e o espaço\, fundindo a memória coletiva com as urgências do presente. \n\n\n\nJunte-se a nós naquele que será o primeiro espetáculo alusivo ao 500º aniversário de Luís de Camões\, com uma visão dinâmica e revolucionária desta figura emblemática. Este evento promete ser um marco na celebração do legado do nosso grande escritor – seja parte da primeira celebração mundial em honra a Luís de Camões!
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SUMMARY:Slam Camões
DESCRIPTION:Ciclo Slam Camões\n\n\n\n\n\n\n\nSessão 210.jun2024Cor(palavra)10h-12h Oficina Palavra Falada com Marinho Pina17h30 -21h Slam Camões comParticipação especial de Marinho PinaLeitura do Canto IIPoetry Slam Dj\n\n\n\n“O próximo poeta da noite é… Luís Vaz de Camões!” \n\n\n\nSlam Camões é um campeonato de poesia falada criado para mostrar que a poesia clássica  é aquela que já viveu as ruas de outros tempos. O poetry slam é um jogo em que\, durante  três rondas\, poetas falam poemas autorais de até três minutos\, sem acompanhamento  musical\, sem figurinos e objetos cênicos. Cinco pessoas\, escolhidas na plateia e cujo  único critério de escolha é não conhecer os poetas anteriormente\, são os “jurados”\, que  podem dar notas de 0 a 10 às performances.  \n\n\n\nNo Slam Camões\, honramos e valorizamos  o grande poeta da língua portuguesa enquanto abrimos espaços de escuta e troca  para poetas contemporâneos. Durante o evento conduzido por Maria Giulia Pinheiro  em todos os últimos sábados do mês de fevereiro a setembro\, teremos também  intervenções musicais de DJs convidados\, uma oficina prévia de 3 horas de duração com  artistas convidados\, que farão performances poéticas no evento e leituras feitas por  Gonçalo Antunes dos 10 Cantos de Lusíadas.   \n\n\n\nRegisto Gratuito\n\n\n\n Vagas Limitadas  \n\n\n\n\n\n\n\nNome(obrigatório)\n\n	\n\n\n\n\nE-mail(obrigatório)\n\n	\n\n\n\n\nTelefone\n\n	\n\n\n\n\nComo você ficou sabendo a nosso respeito?\n	\n		Selecionar uma opção\n		O que é Poetry Slam?\n		Oficina Cor\n		Escrever para falar\n		Palavra e música\n		O poetry slam como fortalecimento …\n		Composição da escrita em cena\n		A performance poética como escrita em movimento\n		O Corpo em Cena\n	\n\n	\n\n\n\n\nOutros detalhes\n\n	\n\n\nEnviar\n		\n		\n		\nΔ
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SUMMARY:O Rosto de Camões
DESCRIPTION:10 rostos\, um de cada um dos países de língua portuguesa mostram um Camões inesperado\, diverso e contemporâneo\n\n\n\n\n\n\n\nCoimbra\, 4 de junho de 2024 – No âmbito das comemorações dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões\, a Casa da Cidadania da Língua de Coimbra apresenta no dia 10 de junho às 15:51 a exposição “O Rosto de Camões”\, uma reflexão artística sobre a iconografia do poeta nacional.  \n\n\n\nREGISTE-SE AQUI \n\n\n\n\n\n\n\nNome(obrigatório)\n\n	\n\n\n\n\nE-mail(obrigatório)\n\n	\n\n\n\n\nTelefone\n\n	\n\n\n\n\nComo você ficou sabendo a nosso respeito?\n	\n		Selecionar uma opção\n		Mecanismo de busca\n		Redes sociais\n		TV\n		Rádio\n		Amigos ou família\n	\n\n	\n\n\n\n\nOutros detalhes\n\n	\n\n\nEnviar\n		\n		\n		\nΔ \n\n\n\nA exposição\, concebida pelo artista João Francisco Vilhena\, propõe um ensaio fotográfico de 10 retratos\, inspirados no célebre quadro de Luís Vaz de Camões\, com cinco homens e cinco mulheres de diferentes idades e origens dos territórios de língua portuguesa. Estas fotografias\, a cores\, mostram figuras anónimas vestidas com os trajes típicos do século XVI\, incluindo a emblemática gola de Camões\, simbolizando a diversidade e unidade da língua portuguesa \n\n\n\nDestaca-se na Exposição: \n\n\n\n– Retratos Fotográficos: 10 retratos a cores de figuras anónimas de territórios de língua portuguesa\, todos usando a gola branca camoniana. \n\n\n\n– Interpretação Artística: Uma análise da representação do” quadro vermelho de Camões”\,  através do retrato pintado “a sanguínea”\, da autoria do pintor Fernão Gomes\, realizado entre 1573 e 1576. \n\n\n\n– Reflexão Histórica: A conexão entre a imagem de Camões e a epopeia dos Lusíadas\, celebrando a grandeza e a decadência de Portugal.
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