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SUMMARY:50 Anos do 25 de Abril na Imprensa da UC I - Brasil e Portugal: Ditaduras e Democracias
DESCRIPTION:A Imprensa da Universidade pretende assinalar os 50 anos do 25 de abril com seis obras que conduzem a seis conversas. No dia 17 de janeiro\, pelas 19:00 na Casa da Cidadania da Língua (Antiga Casa da Escrita) acolhe a conversa em torno da obra Brasil e Portugal: ditaduras e transições para a democracia\, de Gilvan Veiga Dockhorn\, João Paulo Avelãs Nunes & Diorge Alceno Konrad. Com a participação de João Paulo Avelãs Nunes e Dina Sebastião \n\n\n\n\n\nOrganização: Imprensa da Universidade de Coimbra \n\n\n\nEm Parceria com: Reitoria da Universidade de Coimbra\, Município de Coimbra e Casa da Cidadania da Língua
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SUMMARY:O Brasil precisa de Portugal? Portugal precisa do Brasil?
DESCRIPTION:26ª Diálogo do Ciclo perguntas sobre o Brasil. Com a participação de: \n\n\n\nLuís Faro Ramos é Embaixador de Portugal no Brasil. Nasceu em Lisboa em 25 de maio de 1962; licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa; aprovado no concurso de admissão aos lugares de adido de embaixada\, aberto em 11 de setembro de 1986; adido de embaixada\, na Secretaria de Estado\, em 30 de junho de 1987; confirmado em 22 de setembro de 1989; terceiro-secretário de embaixada\, em 18 de abril de 1990; chefe de divisão\, em substituição\, na Direção de Serviços das Instituições Comunitárias (DGCE)\, em 1 de maio de 1992; \n\n\n\nNomeado Presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua\, I.P. por despacho do Ministro dos Negócios Estrangeiros\, de 24 de outubro de 2017. Promovido a Embaixador em Dezembro de 2018. Apresentou\, em janeiro de 2021\, ao Presidente da República Federativa do Brasil\, as cartas credenciais que o acreditam como Embaixador de Portugal no Brasil. \n\n\n\nAlaor Carlos Lopes Leite após mais de 10 anos na Alemanha\, onde doutorou-se\, Alaor Leite regressou à lusofonia e é\, atualmente\, Professor de Direito Penal e Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É autor de vários estudos jurídicos\, publicados em uma série de países. Nos últimos tempos\, tem se dedicado a temas candentes\, tais como as relações entre crime e política\, a corrupção\, os limites à liberdade de expressão e a proteção da democracia e do Estado de Direito por meio de normas penais. \n\n\n\nA mediação será feita por José Manuel Diogo. É jornalista\, colaborador da Folha de São Paulo e presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos. \n\n\n\nApresentação de Danilo Cymrot (@danilodunas)\, pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nassistir aqui
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SUMMARY:Porque o Brasil ainda não reconhece a importância da Amazónia
DESCRIPTION:Conta com as participações de: \n\n\n\nAne Alencar é formada em Geografia pela Universidade Federal do Pará (UFPA)\, tem mestrado em Sensoriamento Remoto e Sistema de informação Geográfica pela Universidade de Boston e doutorado em Recursos Florestais e Conservação pela Universidade da Flórida. Diretora de Ciência do IPAM. \n\n\n\nJoão Moreira Salles é documentarista e fundador da revista Piauí. Dirigiu\, entre outros\, Notícias de uma guerra particular\, Santiago\, Nelson Freire e No intenso agora. Mais recentemente\, publicou “Arrabalde”\, série de sete reportagens sobre seu período na Amazônia. \n\n\n\nA mediação de Vinicius Sassine é repórter há vinte anos\, com passagem por O Globo\, Época\, Correio Braziliense e O Popular. Atualmente\, é repórter especial da Folha de São Paulo\, correspondente na Amazônia\, com base em Manaus.Apresentação de Patrícia Dini\, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.
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SUMMARY:SER
DESCRIPTION:Alfacinha de nome e de nascença.  \n\n\n\nPara além de artista plástica\, Margarida é também gerente da loja “A vida portuguesa”. Vive e trabalha em Lisboa\, cidade onde nasceu e pela qual se sente inspirada e apaixonada. \n\n\n\nInaugura 25 de Novembro\, sábado\, às 16 horas\, a exposição da artista Margarida Alfacinha na Casa da Cidadania da Língua \n\n\n\nSER”\, é ”uma exposição que propõe um olhar sobre a humanidade\, no espectro das suas liberdades individuais e a importância desse debate no espaço público e artístico.  \n\n\n\nA ideia de que a expressão individual de cada um e a sua representatividade são fundamentais para a evolução da vida em sociedade\, é a base deste trabalho. SER\, como mote da existência humana\, da identidade\, a qualidade dessa vivência e o direito a viver as escolhas com dignidade. Este conjunto de desenhos faz parte de um trabalho de investigação\, desenvolvido com base em imagens de bailarinos entre outros modelos de diversas artes performativas. O tema central deste trabalho\, tem como foco a problemática das liberdades individuais\, identidade de género e luta para a igualdade social. A certeza de que o ser humano\, como parte integrante da natureza\, é também diversidade.” \n\n\n\nExposição estará patente na casa da Cidadania da Língua até 16 de Dezembro \n\n\n\nA Casa da Cidadania da Língua\, é um lugar de diálogo\, motor de aprendizagem e entendimento\, em que a língua é um espaço de pertença e acolhimento. A Arte\, expressão de uma identidade comum\, espaço de liberdade individual e tolerância\, têm lugar aqui. A linguagem artística funciona como um denominador comum\, uma linguagem universal\, em que a palavra partilha\, é saída\, é chegada\, ligação e proximidade entre culturas. Encontrar na Arte um elemento potenciador para conhecer\, compreender e olhar o outro com humanidade\, na dinâmica do mundo atual\, é urgente. Uma voz viva e ativa na construção da paz
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SUMMARY:o que é a cidadania da língua
DESCRIPTION:Nascido na cidade portuguesa de Castelo Branco\, próxima à fronteira com a Espanha\, o doutor e jornalista José Manuel Diogo falará sobre o papel da língua para a formação de nossas visões de mundo.\n\n\n\nO que é a cidadania da língua? Este é o tema da palestra a ser realizada pelo doutor José Manuel Diogo – presidente Associação Portugal Brasil 200 anos -\, na Academia Mineira de Letras (AML)\, no dia 06 de novembro\, segunda\, às 19h30. Com entrada gratuita\, a atividade acontece no âmbito do Plano Anual Academia Mineira de Letras – AML (PRONAC 220355)\, realizado mediante a Lei Federal de Incentivo à Cultura\, com patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e trezentos médicos cooperados e colaboradores – e da Cemig. \n\n\n\n“Será que a língua define novas formas de cidadania?  No início do século XX\, os antropólogos Edward Sapir (1884-1939) e Benjamin Lee Whorf (1897-1941)\, ao estudar as línguas indígenas da América do Norte\, chegaram à conclusão que a língua não é ‘um instrumento de comunicação’\, como afirma a linguística estruturalista\, mas é um fator decisivo na formação da visão do mundo”\, provoca o palestrante.  \n\n\n\nNascido na cidade portuguesa de Castelo Branco\, próxima à fronteira com a Espanha\, José Manuel Diogo é bacharel em Engenharia Mecânica e licenciado em Jornalismo pela Universidade de Coimbra.  É diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira e fundador e Presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos.  Como escritor\, seu livro “As grandes agências secretas” é um best seller com várias edições em Portugal e no Brasil. \n\n\n\n“Um século depois de Sapir e Whorf\, a mobilidade global\, a tecnologia (e a pandemia) vêm mostrar ainda mais que isso\, hoje  definem a língua como um verdadeiro território — desmaterializado e inovador — onde\, na vida social\, as relações\, pessoais\, políticas e de poder\, assentam em novas\, e revolucionárias\, formas de pertencimento”\, completa.  \n\n\n\n*** \n\n\n\nInstituto Unimed-BH \n\n\n\nO Instituto Unimed-BH completa 20 anos em 2023. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e\, desde então\, desenvolve projetos socioculturais e ambientais visando à formação da cidadania\, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas\, fomentar a economia criativa\, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história\, o Instituto destinou mais de R$ 170 milhões por meio das Leis municipal e federal de Incentivo à Cultura\, fundos do Idoso e da Infância e Adolescência\, com o apoio de mais de 5\,3 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. No último ano\, mais de 9\,3 mil postos de trabalho foram gerados e 1\,6 milhão de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade\, Voluntariado\, Meio Ambiente\, Adoção de Espaços Públicos e Cultura\, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. \n\n\n\nAcesse www.institutounimedbh.com.br e saiba mais. \n\n\n\nCemig: a energia da cultura  \n\n\n\nA Cemig é a maior incentivadora de cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história\, a empresa reforça o seu compromisso em apoiar as expressões artísticas existentes no estado\, de maneira a abraçar a cultura de Minas Gerais em toda a sua diversidade. Além de fortalecer e potencializar as diferentes formas de produção artística\, a Cemig se apresenta\, também\, como uma das grandes responsáveis por atuar na preservação do patrimônio material e imaterial\, da memória e da identidade do povo mineiro.   \n\n\n\nOs projetos patrocinados pela Cemig\, por meio da Lei Estadual e/ou Federal de Incentivo à Cultura\, têm por objetivo beneficiar o maior número de pessoas\, nas diferentes regiões do estado\, promovendo a democratização do acesso às práticas artísticas. Assim\, investir\, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais reflete o posicionamento da Cemig em transformar vidas com a sua energia.  \n\n\n\n\n\n\n\nA cidadania da língua é um conceito que se refere ao reconhecimento e valorização das diversas línguas faladas em uma determinada comunidade ou país. Envolve o respeito pela diversidade linguística e o direito de cada indivíduo de usar\, aprender e preservar sua língua materna. José Manuel Diogo é um intelectual português conhecido por seu trabalho sobre a língua portuguesa e a cidadania linguística. Ele defende a importância de promover a cidadania da língua\, especialmente em contextos multilíngues\, como é o caso de Portugal. Diogo argumenta que a valorização das diferentes línguas faladas em um país contribui para a inclusão social\, o respeito cultural e a construção de uma sociedade mais justa e diversa. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nVIdeo de apresentação da Casa da Cidadania da Língua
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SUMMARY:O Brasil utópico de Darcy Ribeiro pode virar realidade?
DESCRIPTION:Este programa conta com as participações de:  \n\n\n\nIsa Grinspum Ferraz é formada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e doutora pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É roteirista\, documentarista e curadora de exposições e museus multimídia. É autora de Darcy Ribeiro: Utopia Brasil\, pela Editora Hedra. Por três anos\, foi colaboradora de Lina Bo Bardi e\, por mais de 10 anos\, de Darcy Ribeiro. Foi diretora cultural por 7 anos da Fundação Darcy Ribeiro\, onde atua como conselheira.  \n\n\n\nPedro Duarte de Andrade é professor de Arte e Filosofia da PUC-Rio. Co-autor\, roteirista e curador da série de TV Alegorias do Brasil. Membro da Sociedade Portuguesa de Filosofia (SPF)\, da Brazilian Studies Association (BRASA)\, da Associação Brasileira de Estética (ABRE) e do Grupo de Trabalho em Estética da Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF).  \n\n\n\nA mediação é feita por Marco Rodrigo Almeida formado em jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Na Folha desde 2010\, já fui repórter da Ilustrada e de Política e coordenador de Artigos e Eventos. Hoje\, editor-adjunto da Ilustríssima. Apresentação de Patrícia Dini\, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.
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SUMMARY:fronteira mátria
DESCRIPTION:Tomado por uma paixão inebriante\, esse trabalho artístico é uma ode à expressão e ao poder transformador da palavra. \n\n\n\n\n \n\n\n\n\nAndré V. Neves (Maze) e Vinicius Terra (Terra) conheceram-se há mais de dez anos numa vinda do segundo a Portugal para dar alguns concertos. Depois disso\, Maze foi ao Brasil participar no festival Terra do Rap\, que tem curadoria de Vinicius\, e foram mantendo o contacto\, digital e pessoalmente\, criando uma relação que mais do que de trabalho passou a ser de amizade. O rap (sigla para ritmo e poesia\, em inglês)\, que ambos fazem há mais de 20 anos\, juntou-os. Já a ideia de publicarem um livro em conjunto surgiu por causa de um convite da Casa Fernando Pessoa\, em Lisboa\, para um espetáculo de comemoração do Dia de Portugal em junho do ano passado. \n\n\n\nVIDEO \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nFOTOS  \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\ndata \n\n\n\n\n\npreço \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\norganização \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nlocal \n\n\n\n\n\nLER ENTREVISTA no portal Comunidade Cultura e Arte
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SUMMARY:Zeca Baleiro\, na Ponta da língua
DESCRIPTION:O cantor celebra em Portugal os seus 26 anos de carreira com um espectáculo único\, onde apresenta o disco premiado com um Grammy\, que é também uma homenagem a cantautores portugueses. \n\n\n\nZeca Baleiro ganhou um Grammy em plena pandemia com um álbum exclusivamente feito com canções de autores portugueses\, cantado com o sotaque do Brasil. Um trabalho notável que coloca o cantor e compositor brasileiro no centro das novas questões de Cidadania\, especialmente quando a comunidade de origem brasileira em Portugal é cada vez maior. \n\n\n\nA convite da Associação Portugal Brasil 200 Anos e da UAU\, Zeca escolhe Portugal e o tema da mobilidade e da cidadania para voltar às digressões internacionais depois da pandemia e para comemorar os seus 26 anos de carreira. \n\n\n\nO novo espectáculo de Zeca propõe uma proximidade especial com o público\, dando espaço para improvisos e criando um ambiente único a cada noite. \n\n\n\nZeca convida-nos a dar um passeio único pela sua discografia\, incluindo temas do repertório de “Canções d’Além-mar”\, dedicado aos cantautores portugueses e premiado com o Grammy Latino 2021 na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Numa conexão Brasil – Portugal\, Baleiro homenageia Sérgio Godinho\, Pedro Abrunhosa\, Fausto\, Zeca Afonso\, Rui Veloso e Carlos Tê\, Jorge Palma\, António Variações\, Ornatos Violeta\, Vitorino\, João Gil e João Monge\, José Cid\, José Mário Branco e o grupo Xutos e Pontapés. \n\n\n\nMas o alinhamento do espectáculo tem também uma selecção especial com músicas marcantes da sua carreira como “Telegrama”\, “Flor da Pele”\, “Babylon” e “Bandeira”\, e de discos mais recentes\, como “Era Domingo”\, “Ela Nunca Diz”\, “Vento de Outono” e “Respira”\, em parceria com Chico César. \n\n\n\nFICHA ARTÍSTICA\n\n\n\nViolão\, guitarra e vocais: Tuco Marcondes \n\n\n\nVioloncelo e vocais: Lui Coimbra \n\n\n\nPiano: Manuel Paulo \n\n\n\nTécnico de som: Evaldo Luna \n\n\n\nRoadie: Ricardo Nishida \n\n\n\nProdução: Fernanda Tein \n\n\n\nProdução UAU: José Poeira
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SUMMARY:real-imaginário
DESCRIPTION:REPORTAGEM  RTP 1\n\n\n\nreal-imaginário. EXPOSIÇÃO DE CHICO DIAZ. Casa da Cidadania da Língua\, Coimbra . 12 de outubro a 10 de novembro de 2023\n\n\n\n\n\ndata \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO artista Chico Diaz \n\n\n\nChico Diaz pinta desde a infância. O seu corpo de trabalho carrega dicotomias expressivas\, todas encontradas em narrativas oníricas e paisagens que remetem para o ao mundo dos sonhos. Variando desde simbolismos espirituais até horizontes brasileiros\, ele é capaz de arquitetar um vocabulário contrastante\, muitas vezes oscilando entre figuras sombrias e imagens alegres. As observações de Diaz sobre a nossa realidade se apresentam como encontros transformados\, reinventados e às vezes mistificados das suas próprias sensibilidades. O artista\, para além de pintor\, é um contador de histórias. Ator desde os 14 anos\, sua longa carreira de grande sucesso na televisão e no cinema\, lhe proporcionou a chance de expressar sua criatividade\, porém de maneira mais disciplinada. A pintura\, por sua vez\, serve como um instrumento mais livre e espontâneo. \n\n\n\nAs obras selecionadas para esta exposição\, compõem um recorte específico da obra do artista\, unindo paisagens com figurativismo carregado de simbologias. \n\n\n\nEm 2012\, o coreógrafo e artista João Fiadeiro\, em colaboração com Fernanda Eugenio\, executou uma conferência-performance onde apresentava um novo olhar em torno da ideia de “encontros” e sugeria tais encontros como “feridas que de uma maneira tão delicada quanto brutal\, alargam o possível e o pensável\, sinalizando outros mundos e outros modos para se viver juntos”. Fiadeiro também discorria sobre encontros que emergem a partir de acidentes\, resultando em novas existências de pensamento e formas de ver o mundo à nossa volta. Porém\, os nossos impulsos em rejeitar e bloquear qualquer tipo de acidentes\, ou aquilo que sai fora do “esperado” muitas vezes acaba prevenindo o nascimento de novos encontros e\, portanto\, de novas “feridas”. Muitas vezes paralisados em nossos próprios achismos\, acabamos por manter convicções que poderiam ser revisadas ou até substituídas. \n\n\n\nEscolhi este trecho do texto de João e Fernanda como base reflexiva para a obra de Chico Diaz\, principalmente pela forma como a poética do artista se apresenta muitas vezes através de encontros que emergem a partir de uma procura inquieta e misteriosa de significados. \n\n\n\nAutodidata\, o seu trabalho nunca se encontra paralisado em fórmulas ou convicções rígidas\, pelo contrário\, ele opera como que um convite à fabulação de novas fórmulas\, de novas histórias. A partir de observações de seu entorno\, se deparando e criando obstáculos no meio do caminho criativo\, Diaz busca trazer a fisicalidade de situações por meio da pintura moldando novos “reais-imaginários”. Como uma luta dentro de seu próprio inconsciente\, as pinturas se apresentam com traços expressivos\, cores vibrantes\, rostos misteriosos e paisagens tropicais. \n\n\n\nAs obras selecionadas para esta exposição\, compõem um recorte específico da obra do artista\, unindo paisagens com figurativismo carregado de simbologias. Para além da atuação\, há uma prática pictórica vibrante que talvez seja o verdadeiro pilar da produção artística de Chico Diaz. \n\n\n\nStephanie Wruck \n\n\n\nCuradora da Exposição \n\n\n\nA obra de Diaz é livre e surpreendente como é a língua portuguesa. \n\n\n\n\n\nCarlos Moura Carvalho\n\n\n\n\n\nA pintura de Chico Diaz intriga. Descobria-a\, apenas\, o ano passado em Óbidos. Quando se pensou em inaugurar a Casa da Cidadania da Língua\, em Coimbra\, com uma exposição\, surgiu a possibilidade de a fazer com Chico Diaz. Foi\, assim\, surgindo a real-imaginário em diálogo com o artista e a curadora Stephanie Wruck. \n\n\n\n\n\nA obra de Diaz é livre e surpreendente como é a língua portuguesa. Aberta a muitas influências\, atenta à realidade\, mas ao mesmo tempo muito espiritual\, num contraditório em muito idêntico às variantes da nossa língua. As cores são vibrantes\, as figuras misteriosas e as paisagens a lembrarem qualquer país da diáspora.  \n\n\n\nA Casa da Cidadania da Língua deseja-se que acolha a diversidade\, a diferença\, a pluralidade descobrindo novos caminhos que se desejam ousados\, mas consistentes. Trabalhando dicotomias com entusiasmo e respeito. São muitas as diferenças entre as várias línguas portuguesas e a pintura de Chico Diaz ajuda-nos a sentir que isso pode ser um ponto de partida e não de chegada. \n\n\n\nChico Diaz é ator e contador de histórias. A realidade nem sempre é o que parece. As personagens nunca são as mesmas. O fim é tantas vezes imprevisível. A sua pintura transmite essa dimensão\, num cenário diferente. Talvez seja mesmo a sua dimensão mais livre. \n\n\n\nAs obras selecionadas para esta exposição são ilustrativas de um percurso pleno de simbolismo que em diálogo com a escrita da programação da Casa de Coimbra seguramente encontrará novos caminhos para a língua e a cultura que nos une. \n\n\n\nCarlos Moura-Carvalho \n\n\n\nCurador da Associação Portugal Brasil 200 Anos
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DESCRIPTION:Gente de cá e de lá ®   \n\n\n\nAs relações entre literatura e gênero a partir da obra de três escritoras contemporâneas de língua portuguesa. \n\n\n\nRuth Simões Ribeiro (Portugal)\, Raquel Lima (Portugal/Angola) e Luiza Romão (Brasil). Quais vozes foram interditadas na história oficial da literatura? Pode a dicção poética rever esses despojos e propor caminhos para uma cidadania da língua? \n\n\n\nModeração de Simone Paulino \n\n\n\n\n\ndata
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DESCRIPTION:trailer \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nFicha técnica \n\n\n\nDuração: 45 minutosGénero: DocumentárioPaís: PortugalAno: 2023Produtora: COLLAB PRODDiretor de Produção: Luís GanitoDireção do Projeto: APBRARealizador: Duarte ForteDiretor de Fotografia: João SantanaCamera e Som: João Santana\, Duarte Forte\, Luis Ganito\, João Matos\, DuarteLapa e Henrique AfonsoEdição e Cor: João Santana e Duarte ForteSecretariado: Daniela LimaCuradoria: Andre Augustus Diasz\, Carlos Moura Carvalho\, Célia Sousa\, José Manuel Diogo\, Luiza Romão\, Rafael Nascimento \n\n\n\n\n\n\n\norganização \n\n\n\n\n\n\n\nlocal
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SUMMARY:Quotas raciais devem se estender para outras áreas além do ensino?
DESCRIPTION:Conta com as participações de: \n\n\n\nEliana Alves Cruz é escritora e jornalista. Na área da literatura\, ela é autora de três romances: Água de barrela\, O crime do cais do Valongo e Nada digo de ti\, que em ti não veja. \n\n\n\nJeferson Tenório é doutor em teoria literária pela PUC-RS. Foi colunista do jornal Zero Hora e Uol/Folha de São Paulo. Foi professor visitante de literatura na Brown University\, EUA. É autor de Estela sem Deus e O avesso da pele\, que venceu o prêmio Jabuti e teve seus direitos vendidos para Portugal\, Itália\, Inglaterra\, Canadá\, França\, México\, Eslováquia\, Suécia\, China\, Bélgica e Estados Unidos. \n\n\n\nPriscila Camazano é repórter na Folha de S. Paulo. Já trabalhou na revista São Paulo\, Guia Folha\, mídias sociais\, Cotidiano\, Política e TV Folha.
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