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SUMMARY:Coimbra no tempo de Camões (III)
DESCRIPTION:OS COLÉGIOS DA RUA DA SOFIA\, LADO NORTE\n\n\n\n\n\nO início da reforma do ensino superior empreendida por D. João III\, foi iniciada nas décadas de 1530 e 1540. Tendo na primeira fase a criação do colégio das artes\, este que posteriormente passaria a colégio Jesuítica e seguir seria ocupado pela inquisição\n\n\n\n\n\nNuma fase prévia planeia-se que as novas instalações universitárias se situem na Baixa de Coimbra no seio do Mosteiro de Santa Cruz e irradiando deste. \n\n\n\nEm outubro de 1537\, talvez por divergência com o prior do Mosteiro de Santa cruz ou ainda por ser mais fácil e rápido a sua construção\, e meio ano após a transferência de Lisboa para Coimbra\, o rei decidiu que\, afinal\, a Universidade– os «estudos« ou os «gerais» – ficavam na Alta e que na rua da Sofia na Baixa se fixariam colégios propedêuticos de religiosos. \n\n\n\nEsta maravilhosa rua renascentista foi lançada no tempo em que Luís de Camões era jovem. A primeira referência à intenção de abertura da Rua da Sofia surge numa carta régia\, de 17 de abril de 1535\, tinha o Luís de Camões 11 anos e a 20 de março de 1538 é o primeiro documento em contrato onde surge a sua designação: «Rua de Santa Sofia». Neste contrato é obrigatório as suas regras urbanísticas\, de modo a assegurar a sua regularidade com um alinhamento a partir do Mosteiro de Santa Cruz. \n\n\n\nUm dos lados da Rua da Sofia\, a NE\, o lado mais nobre foi destinando à instalação de colégios e no lado oposto foi destinado à construção de casas\, prioritariamente para professores\, mas também para estudantes e funcionários e outros servidores comerciais\, regra depois ultrapassada quando se instalou o colégio de São Tomás e o colégio mais fruste de São Boaventura \n\n\n\nAssim temos no lado NE o colégio de São Bernardo\, Colégio do Carmo\, Colégio da Graça e Colégio de São Pedro e no lado oposto os dois referidos. \n\n\n\nTodos eles tinham a sua igreja\, dormitórios e os claustros com dois pisos\, com origem no arquiteto Diogo Castilho. \n\n\n\nA abertura da Rua da Sofia foi um ato urbanística marcante no século XVI revolucionária para o urbanismo da cidade\, com novo acesso a norte\, passando perto da gafaria e vendo erguida a porta de Santa Margarida como entrada e no lado oposto o Mosteiro de Santa Cruz. \n\n\n\nNestes passeios iremos visitar Coimbra quinhentista\, no tempo de Camões\, com a sua arte quinhentista\, visitando 6 igrejas (duas em ruínas)\, 5 claustros\, um pátio\, pintura\, azulejaria\, escultura\, vestígios da inquisição…numa rota que vai desde o século XII ao século XX\, com destaque para Coimbra quinhentista no tempo de Luís de Camões. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\n\n\n\n	Relacionado
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LOCATION:Igreja da Graça\, Rua da Sofia 144\,\, Coimbra\, 3000-389\, Portugal
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SUMMARY:Coimbra no tempo de Camões (I)
DESCRIPTION:A ALTA de COIMBRA\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nMarque aqui\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nNuma tarde de primavera\, sob um céu que alternava entre azuis claros e o cinza das nuvens passageiras\, Luís de Camões retornava a Coimbra\, agora como um fantasma de sua própria lenda. A cidade\, repleta de ecos e memórias\, chamava-o para uma jornada pelas ruas que moldaram seu espírito e inspiraram sua poesia. \n\n\n\nÀs 15:30\, o poeta se encontrava na histórica Porta da Barbacã. Diante dele\, uma bela janela renascentista capturava o olhar\, com seus detalhes finamente esculpidos que falavam das habilidades dos artesãos de outrora. Ao lado da janela\, a imagem sacra de uma Virgem com o Menino\, esculpida em pedra\, parecia abençoar todos aqueles que passavam por aquele portal antigo. Camões\, com um sorriso leve\, tocou a pedra fria\, sentindo a conexão com tempos que só ele lembrava. \n\n\n\nCaminhando pela Rua Sub Ripas\, o poeta se dirigiu ao Paço de Sub-Ripas\, uma construção robusta e imponente que se erguia como um testemunho do poder e da história da cidade. O silêncio do lugar era quase palpável\, como se as paredes esperassem para sussurrar segredos daqueles que ali viveram. Camões\, perdido em pensamentos\, imaginava os banquetes e as conversações que animaram aqueles salões\, ecoando agora apenas na sua memória. \n\n\n\nO próximo destino era a Sé Velha de Coimbra\, uma estrutura que dominava a paisagem com sua imponência gótica. Ao entrar\, o poeta foi tomado pela majestade do lugar. Seus olhos logo encontraram o brasão do Bispo Jorge de Almeida\, o grande mecenas das artes que havia encomendado muitas das obras que agora adornavam a catedral. Camões reverenciou a memória do bispo\, ciente do papel crucial que tais patronos desempenharam no florescimento cultural do Renascimento português. \n\n\n\nCaminhões caminhava lentamente\, cada passo ressoando contra o chão de pedra\, cada sombra uma tapeçaria de luz e escuridão. Ele parava frequentemente\, tocando as colunas\, os retábulos\, inspirando-se na solenidade do ambiente que tanto contrastava com o burburinho das ruas lá fora. Ao sair da Sé\, uma última olhada para trás selava o encontro do poeta com a sua história\, um laço eterno entre o criador e sua musa\, entre o homem e sua cidade. \n\n\n\nE assim\, Camões continuou a perambular por Coimbra\, um espectro entre os vivos\, uma presença entre as sombras\, tecendo novamente as palavras que Coimbra sempre inspirou em sua alma de poeta. \n\n\n\n\n\n\n\nClique para compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela)LinkedIn\n\nClique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela)Facebook\n\nClique para compartilhar no X(abre em nova janela)X\n\nClique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela)WhatsApp\n\nClique para compartilhar no Mail(abre em nova janela)Mail\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\n\n\n\n	Relacionado
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LOCATION:Porta da Barbacã\, Rua Ferreira Borges - Porta da Barbacã\, COimbra\, Portugal
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